A Prefeitura de Indaiatuba anunciou a rescisão do contrato com a empresa responsável pelo fornecimento de merenda escolar na rede municipal. A decisão foi tomada nesta segunda-feira e, segundo a administração, ocorreu devido ao 
descumprimento de obrigações contratuais. 
De acordo com a Secretaria de Educação, a empresa vinha sendo notificada desde outubro do ano passado por falhas na prestação do serviço, incluindo irregularidades no abastecimento de alimentos e no número de profissionais 
disponibilizados. 
Mesmo após as notificações, os problemas persistiram e se intensificaram, chegando a comprometer o fornecimento de insumos essenciais para o preparo das refeições. 
Com a rescisão, o serviço foi suspenso de forma excepcional nesta terça-feira. 
No entanto, a Prefeitura informou que não houve impacto direto nas unidades escolares, já que não há aulas no dia em função de reuniões de pais. 
A administração municipal destacou que a medida segue as diretrizes da nova Lei de Licitações e tem como objetivo garantir a retomada do atendimento com qualidade, segurança alimentar e regularidade para os estudantes da rede 
pública. 

 
Feminicídios crescem 41% em São Paulo no primeiro trimestre de 2026 
Alta também é observada em descumprimento de medidas protetivas e casos de agressão contra mulheres 


Os casos de feminicídio apresentaram aumento significativo no estado de São Paulo nos primeiros meses de 2026. Dados da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo apontam o registro de 86 mortes de mulheres entre janeiro e 
março. 
O número representa um crescimento de 41% em relação ao mesmo período de 2025. Somente em março, foram contabilizadas 30 vítimas — o maior total já registrado para o mês na série histórica e quase 60% acima do observado no ano anterior. 
Outro indicador que chama atenção é o aumento no descumprimento de medidas protetivas. No primeiro trimestre, foram registradas mais de 3 mil ocorrências, uma alta de 31,9% na comparação anual. 
Também houve crescimento nos casos de violência física. Mais de 19 mil registros de lesão corporal dolosa contra mulheres foram contabilizados no período, avanço de 7,4% em relação ao ano passado. 
Os dados reforçam o alerta para o avanço da violência de gênero e evidenciam a necessidade de fortalecimento de políticas públicas voltadas à proteção das mulheres e ao combate a esse tipo de crime. 

Leia Também: